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Donga

Donga
(Rio de Janeiro/RJ, 1890 – idem, 1974)

Ernesto Joaquim Maria dos Santos, seu nome de batismo, era filho de Pedro Joaquim Maria e Amélia Silvana de Araújo, e teve oito irmãos. O pai era pedreiro e tocava bombardino nas horas vagas. A mãe era uma das famosas Tias Baianas. Tia Amélia gostava de cantar modinhas e promovia inúmeras festas em sua residência. Vivendo em ambientes cercado de música e festividades, começou a tocar cavaquinho aos 14 anos, observando Mário Cavaquinho, e pouco depois aprendeu a tocar violão, estudando com Quincas Laranjeiras. Donga, assim como os colegas o chamavam, era assíduo frequentador da casa de Hilária Batista de Almeida, a Tia Ciata. Em 1940, foi escolhido entre os mais representativos artistas nacionais pelo maestro Heitor Villa-Lobos para participar das gravações, a bordo do navio Uruguai, do disco Native Brazilian Music, do também maestro Leopold Stokowski. As criações mais conhecidas de Donga, além de “Pelo telefone” são “Passarinho bateu asas”, “Bambo-bamba”, “Cantiga de festa”, “Macumba de Oxóssi”, “Macumba de Iansã”, “Seu Mané Luís” e “Ranchinho desfeito”.

Fonte: E-biografia

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